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Conservação dos pneus
A manutenção adequada dos pneus é importante para prolongar sua vida útil e manter a segurança ao dirigir. Aqui estão algumas dicas para ajudar a conservar seus pneus e aproveitar o máximo deles.
Pressão correta dos pneus
Verifique a pressão dos pneus regularmente, sempre com os pneus frios (pelo menos uma vez por semana), e mantenha-a de acordo com as recomendações do fabricante do veículo. A pressão incorreta pode afetar a dirigibilidade, o consumo de combustível e a vida útil do pneu.
Evite sobrecarga
Todo pneu traz o indicativo de carga na etiqueta e estampado no pneu. Certifique-se de não sobrecarregar o veículo, pois isso pode causar desgaste excessivo e reduzir a vida útil dos pneus.
Pisos irregulares
Tenha cuidado ao conduzir em estradas esburacadas, pois isso pode danificar os pneus.
Armazenamento adequado
Se precisar deixar o veículo estacionado por um período prolongado, busque um local fresco e seco; isso pode evitar a deterioração da borracha do pneu.
Verificação regular dos pneus
Para sua própria segurança, verifique regularmente os pneus quanto a sinais de desgaste, rachaduras ou bolhas na lateral e substitua-os quando necessário.
Alinhamento e balanceamento
Faça alinhamento e balanceamento regularmente; isso proporciona um desgaste uniforme dos pneus e uma dirigibilidade mais suave.
Condução moderada
Uma condução brusca, com acelerações e frenagens frequentes, pode causar desgaste excessivo nos pneus, afetando sua vida útil.

Etiqueta do pneu
Resistência ao rolamento
É a energia absorvida quando o pneu está rodando; indica o consumo de combustível e a emissão de CO2. A resistência varia de “A”, mais eficiente, a “G”, menos eficiente.
Aderência em pista molhada
Indica a aderência do pneu em pista molhada no ato da frenagem. A escala varia de “A” até “G”, decrescendo conforme o desempenho.
Ruído externo
Indica o nível de ruído do pneu em decibéis (dB) até o limite máximo de acordo com o tipo de pneu. No caso de pneus para veículos de passeio, o limite é de 75 dB.

Descarte correto
A Lei nº 12.305/2010 instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Foram criados importantes instrumentos a fim de viabilizar os avanços de que o país necessita para enfrentar diversos problemas ambientais, sociais e econômicos derivados do manejo inadequado dos resíduos sólidos.
O Art. 33 trata da obrigação de estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, pelos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:
- agrotóxicos, seus resíduos e embalagens, assim como outros produtos cuja embalagem, após o uso, constitua resíduo perigoso, observadas as regras de gerenciamento de resíduos perigosos previstas em lei ou regulamento, em normas estabelecidas por órgãos competentes;
- pilhas e baterias;
- pneus;
- óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
- lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;
- produtos eletroeletrônicos e seus componentes.
A logística reversa parte do princípio de que a responsabilidade pelo produto é de quem o produz; assim, o destino final dos produtos gerados é responsabilidade do fabricante, de forma também a reduzir o impacto ambiental que eles causam.
Principais órgãos de controle e fiscalização dos dispositivos legais
- CONAMA: Conselho Nacional do Meio Ambiente
- IBAMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente
- SNVS: Sistema Nacional de Vigilância Sanitária
- SUASA: Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária
Ciclo do pneu

1º Fábrica
O pneu sai da fábrica e vai para um ponto de venda ou revenda.

2º Loja / revenda
O pneu é vendido ao consumidor, que deve ser orientado pelo revendedor sobre o descarte ambientalmente correto dos pneus inservíveis.

3º Manutenção
Ao longo do tempo, o pneu se desgasta e pode impactar na segurança de todos. Por isso, é importante manter a revisão dos pneus sempre em dia.

4º Pneu inservível
Quando o pneu não tem mais condições de uso, torna-se inservível e deve ser levado ao ponto de coleta mais próximo do consumidor ou da revenda.

5º Ponto de coleta
Um reciclador homologado é convocado para retirar o pneu do ponto de coleta e promover a destinação correta.

6º Reaproveitamento
O material do pneu inservível é reaproveitado e passa a ser utilizado como fonte de energia e matéria-prima para a indústria.
SEPU
Para pedir a análise de garantia de um pneu, preencha a Solicitação de Exame de Produto Usado (SEPU). As solicitações são analisadas por exame de um técnico credenciado em nossa rede autorizada.